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Consumismo infantil

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Consumismo Infantil

Aquela velha frase “O que eu puder, eu vou dar para meu filho (a)” começa a ganhar novos contornos no mundo atual em que os pequenos, cada vez mais, aumentam seu poder de “querer e pedir algo”.

Isso porque a internet, o shopping e a televisão estão cada vez mais acessíveis, o que permite o contato com os lançamentos e novidades no mercado de uma forma muito mais rápida e expressiva.

Relação crianças x mídia

Já parou para pensar quantas vezes seu filho pede algo novo?

Especialistas sinalizam que o tema deve ser discutido e que pais devem prestar muita atenção para o comportamento do filho quando o assunto é: consumo. A relação entre crianças e mídia tem gerado muitas discussões. Estudos revelam que as crianças já podem ser consideradas consumidoras ativas e com alto poder de influência no mercado.

As redes sociais, como Instagram, Facebook, YouTube têm provocado nos pequenos maior anseio por novidades, isso porque por trás de postagens e vídeos sempre tem algum comercial focado no público infantil.

Transtornos sociais

A problemática disso tudo é o quanto o consumo infantil pode provocar consequência na sociedade, dentro do ambiente familiar e também na personalidade desse pequeno ser. Teóricos explicam que o consumo excessivo ainda na infância altera a percepção social. Eles também defendem que as relações sociais podem ser prejudicadas por isso e a forma como as crianças começam a enxergar a vida e suas aquisições.

Pediatras alertam ainda que os reflexos do consumismo podem trazer problemas como falta de interesse em outras atividades, obesidade, ansiedade, comportamento agressivo, entre outros sintomas.

O exemplo vem de casa

O que muitos pais não imaginam é que seu próprio hábito consumista também pode influenciar e afetar as crianças. O fato de o filho (a) observar a quantidade de coisas novas que os pais adquirem faz com que ele também sinta vontade de viver tal experiência.

A criança começa a achar que a facilidade de comprar e ganhar algo é extensiva a ela. É aí que entra a reflexão dos pais sobre o quanto podem dosar o consumo excessivo próprio. Entra em cena também a consciência de saber dizer “não” para os pedidos dos filhos.

Saber dizer não!

Pode parecer uma tarefa difícil e dolorosa, mas os pais precisam ter segurança de falar ‘não’ para o filho, porque a frustração faz parte do desenvolvimento como ser humano. Conversas entre pais e filhos sobre as reais necessidades da criança devem acontecer sempre que o pequeno fizer pirraça por não ter ganhado algo que pediu ou sempre que o adulto perceber que está perdendo o controle da situação.

As restrições em relação às redes sociais/mídia também podem funcionar, já que parte do desejo pelo consumo, atualmente, vem desses canais.

Já passou por isso com seu filho? Conta pra gente!

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